Por: Leonardo Luzes
Eles não são problema só quando furam ou ficam carecas. Pneus sempre foram um dos grandes problemas ambientais quando já não há como recauchutá-los. Seu descarte polui aterros sanitários, assoreia rios, baías, terrenos baldios transformando-os em monumentos perenes à insalubridade. Essa verdade foi se tornando cada vez mais nítida e contundente com o persistente trabalho dos ambientalistas expondo os riscos em congressos, publicidade e através da mídia desta chaga resultante da industrialização. Estima-se que no Brasil, cerca de 30 milhões de pneus são descartados por ano.
Preocupadas com o aumento desses números, indústrias têm hoje a missão de prover soluções empresariais, corporativas, educacionais, sociais e institucionais para tentar evitar que esses “dejetos” sejam totalmente descartados no meio ambiente. Pesquisa elaborada Secretaria de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo do estado de São Paulo (USP), indica que 22 milhões de pneus são trocados anualmente no país. Desses, 46,8% são pneus usados que retornam ao mercado depois de recauchutados e 53,2% chegaram ao fim de suas vidas em carros e caminhões, ou seja, não há como fazê-los voltar às ruas e às estradas. Mas, uma parcela de 26,5% desses carecas não prejudicará o meio ambiente: será usada como combustível de fábricas de cimentos, solados de sapatos, tapetes para carros, e na construção civil.
Em todo o mundo já existem algumas aplicações para estes pneus que já deram o que tinham que dar, embora ainda não sejam reconhecidas pelos órgãos ambientais, apesar de ecologicamente corretas. As margens do rio Tietê, em São Paulo, exibem uma das utilidades desse refugo pneumático como muros de arrimo, proteções em ancoradouros e embarcações, parques de diversão, entre outros. Segundo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, essas boas ações equivalem a 26,7% do mercado, o que ainda é insignificante, perante o número de produção e de descarte dos pneumáticos.
Foi pensando nisso, que a ANIP, Associação Nacional das Industrias de Pneumáticos, fundada em 1960, e que reúne todos os fabricantes de pneumáticos e câmaras de ar no território nacional, decidiu atuar na defesa do meio-ambiente, realizando estudos e pesquisas para identificar as principais mudanças no mercado nacional. Surgiu assim o programa de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis. Com o objetivo de dar um fim útil aos pneus sem nenhuma esperança de vida nas estradas. Com o objetivo de contribuir com a preservação do meio ambiente e proteção à saúde pública, a Associação implantou em 2004 um programa de coleta desse refugo em todo o território nacional. A idéia extremamente benéfica à sociedade custou caro: nada menos que 20 milhões de reais. Começando em São Paulo, foram criados os “EcoPontos”, locais de recepção desses pneus, possibilitando a destinação ambientalmente correta. A coleta pode ser feita pelo serviço de limpeza pública do município, borracheiros, mecânicos e sucateiros. Esses parceiros podem levar seus pneus coletados a qualquer um dos EcoPontos espalhados pelo país. Neles, pessoal treinado destina os pneus exauridos para empresas que os utiliza como matéria prima para outros produtos, tais como tapetes, rodas para carrinhos e até mesmo asfalto. O processo começa com a seleção da borracha e logo após a trituração, onde as carcaças são transformadas em borracha picotadas e moídas até se transformarem em pequenos grãos. Quando acontece dos pneus serem radiais, o aço e a borracha são separados por processo magnético. Desses centros de picotagem, os fragmentos são destinados as cimenteiras licenciadas e servem como geradores auxiliares de energia. Quando comparado ao óleo diesel, apresentam menor custo e maior poder calorífico.
Mas as pesquisas não param de acontecer. Uma das mais importantes foi o desenvolvimento de um processo que incorpora a borracha moída de pneus no asfalto, melhorando as suas características e dando um destino adequado a uma grande quantidade de pneus que seriam descartados sem grandes cuidados.
Após essa incorporação da borracha no asfalto, verificou-se que a matéria obtida apresentava característica de recuperação elástica, viscosidade e uma suscetibilidade térmica jamais encontrada nos asfaltos convencionais. Essa massa obtida com o emprego da borracha, então batizado de “asfalto-borracha”, que apresenta maior durabilidade, menor tendência a deformações permanentes, mais elasticidade e resistência às intempéries, fora a maior resistência à fadiga do que aquela obtida com o uso do asfalto convencional, e que, com certeza, gera pavimentos mais duráveis e de melhor qualidade.
Segurança mais barata
No Brasil, as aplicações do asfalto-borracha em rodovias se iniciaram por volta do ano de 2000, depois da realização do primeiro congresso mundial sobre o assunto. O asfalto-borracha não é apenas uma boa solução ecologicamente correta, mas também uma maneira de se obter pavimentos mais duráveis e seguros, a um preço bem razoável e com uma baixa necessidade de manutenção. Hoje podemos afirmar que o Brasil, em particular a Petrobrás Distribuidora, domina a tecnologia de produção, transporte à aplicação do asfalto-borracha, com centenas de quilômetros já aplicados nas principais rodovias do país, como na BR 040, Juiz de Fora – Rio.
As observações e o monitoramento dessas pistas apontam para uma durabilidade que é o dobro daquela encontrada nos pavimentos construídos com ligantes convencionais, além do retardamento do aparecimento de trincas. Essas fissuras levam três vezes mais tempo para aparecer na superfície do revestimento asfáltico. Essas observações foram constatadas em simuladores de tráfego. A Petrobrás Distribuidora possui um analisador de pavimentos asfálticos que mede a vida de fadiga e a deformação permanente, simulando sua vida útil. O asfalto-borracha é analisado rotineiramente nesse simulador, apresentando resultados surpreendentes: as deformações em uma década de uso do pavimento chegam a ser quatro vezes menores e a vida da camada asfaltica é mais que o dobro do que uma cobertura tradicional.
Compromisso ecológico
A Concer, Companhia de Concessão Rodoviária Juiz de Fora – Rio, em parceria com a Petrobrás, tem sido pioneiras na implantação do asfalto-borracha no Rio de Janeiro. O primeiro recapeamento na BR-040 ocorreu em 2004. Essa tecnologia já foi utilizada nos trechos do Km 45 ao Km 82 e no trecho da obra da duplicação do trecho de Juiz de Fora. A utilização da técnica do asfalto-borracha pela Concer, contribuiu em parte para a redução dos pneus usados abandonados ao relento ou jogados em rios ajudando a eliminar focos de doenças e poluição.
Um outro fato importante pela contribuição para a redução de CO2 na atmosfera. Quando um pneu inservível tem como seu destino um aterro sanitário, a energia incorporada a ele é perdida e há um impacto adicional da sua contribuição para a geração do metano. Da mesma maneira, quando um pneu é incinerado, a energia incorporada é perdida e há emissão de CO2, altamente poluente. Uma tonelada de pneu picotado emite 2,7 de CO2, quando incinerada. Entretanto, quando o pneu é picotado e misturado, toda a energia incorporada é retida dentro do sistema e não há a emissão do CO2 na atmosfera. Uma ótima saída para os gases poluentes usados por industrias que utilizam borracha como combustível.
sábado, 7 de agosto de 2010
A internet de hoje...melhor ferramenta do amanhã
por: Leonardo Luzes
Lembro perfeitamente quando cheguei em casa e lá estava ele. Confesso que me dava um certo frio na barriga pensar que ele ficaria ali, na ponta da mesa do escritório do meu pai, de frente para a porta. Sentar, ligar e...ufa...abrir o que hoje chamamos de editor de texto... Mas parecia uma grande máquina de escrever.
O tempo ia passando e cada vez mais, nos víamos, todos em casa, fissurados em aprender tudo que aquela máquina tinha a nos oferecer, e que naquele momento seria muito ou pouco? Quem saberia? Deixei meio de lado sem saber que “aquele monstro” faria parte da minha vida.
Certa noite percebi que vinha um barulho estranho do escritório e corri para ver o que era, e lá estava meu pai entrando na tal Internet. Mas que seria isso? Que programa seria esse, que se pagava através da conta de telefone? Recomendações sempre eram frisadas: “não fica muito tempo não que a conta vai vir uma fortuna!”, falava meu pai. Aos poucos fui tomando gosto por aquele, que seria chamado de mundo digital, que ia me cercando e me mantendo ali, sentado por horas a fio, quase que sem piscar. Claro que em pouco tempo, o computador passou a ser o bem mais precioso e disputado por todos. Surgia a constatação: era a ferramenta ideal de pesquisa, tanto para o trabalho quanto para os trabalhos do colégio. Rapidamente o meu videogame passou a ser segundo plano, ficando de lado cada vez mais, sujo de poeira, num canto qualquer do armário.
Dez anos se passaram e o mundo digital não deixou nem um minuto de fazer parte de nossas vidas, desde o primeiro contato, tinha, de fato, chegado para ficar.
E-mails, chats, portais, sites, blogs...uma enxurrada de informações são despejadas em nossos terminais todos os dias. Quem trabalha hoje sem a Internet? Impossível pensar nessa hipótese hoje, num mundo que fica cada vez mais globalizado e unificado pela “tal rede”. A Internet se faz, a cada dia, mais necessária da vida dos seres humanos. Um médico que opera a distância ou um adolescente que tem seu diário digital? Tanto faz. Tudo isso faz parte de um mundo que estamos vivendo,mas não como uma novidade e sim como uma necessidade, de nós, obtermos de forma rápida e clara, uma resposta para nossas pesquisas. E pensar que jamais imaginaríamos que isso seria possível, sendo apenas uma ficção científica. Um grande passo, com certeza para os da minha gerção. Mas isso é só o inicio de uma longa jornada. Lamento não fazer parte disso daqui a 50, 60 anos. Imagina o que não será possível fazer no futuro com essa ferramenta? É... 3001, uma Odisséia no espaço começa agora.
Lembro perfeitamente quando cheguei em casa e lá estava ele. Confesso que me dava um certo frio na barriga pensar que ele ficaria ali, na ponta da mesa do escritório do meu pai, de frente para a porta. Sentar, ligar e...ufa...abrir o que hoje chamamos de editor de texto... Mas parecia uma grande máquina de escrever.
O tempo ia passando e cada vez mais, nos víamos, todos em casa, fissurados em aprender tudo que aquela máquina tinha a nos oferecer, e que naquele momento seria muito ou pouco? Quem saberia? Deixei meio de lado sem saber que “aquele monstro” faria parte da minha vida.
Certa noite percebi que vinha um barulho estranho do escritório e corri para ver o que era, e lá estava meu pai entrando na tal Internet. Mas que seria isso? Que programa seria esse, que se pagava através da conta de telefone? Recomendações sempre eram frisadas: “não fica muito tempo não que a conta vai vir uma fortuna!”, falava meu pai. Aos poucos fui tomando gosto por aquele, que seria chamado de mundo digital, que ia me cercando e me mantendo ali, sentado por horas a fio, quase que sem piscar. Claro que em pouco tempo, o computador passou a ser o bem mais precioso e disputado por todos. Surgia a constatação: era a ferramenta ideal de pesquisa, tanto para o trabalho quanto para os trabalhos do colégio. Rapidamente o meu videogame passou a ser segundo plano, ficando de lado cada vez mais, sujo de poeira, num canto qualquer do armário.
Dez anos se passaram e o mundo digital não deixou nem um minuto de fazer parte de nossas vidas, desde o primeiro contato, tinha, de fato, chegado para ficar.
E-mails, chats, portais, sites, blogs...uma enxurrada de informações são despejadas em nossos terminais todos os dias. Quem trabalha hoje sem a Internet? Impossível pensar nessa hipótese hoje, num mundo que fica cada vez mais globalizado e unificado pela “tal rede”. A Internet se faz, a cada dia, mais necessária da vida dos seres humanos. Um médico que opera a distância ou um adolescente que tem seu diário digital? Tanto faz. Tudo isso faz parte de um mundo que estamos vivendo,mas não como uma novidade e sim como uma necessidade, de nós, obtermos de forma rápida e clara, uma resposta para nossas pesquisas. E pensar que jamais imaginaríamos que isso seria possível, sendo apenas uma ficção científica. Um grande passo, com certeza para os da minha gerção. Mas isso é só o inicio de uma longa jornada. Lamento não fazer parte disso daqui a 50, 60 anos. Imagina o que não será possível fazer no futuro com essa ferramenta? É... 3001, uma Odisséia no espaço começa agora.
domingo, 1 de agosto de 2010
Trabalho: uma relação de amor
por: Leonardo Luzes
Trabalhar com o que gostamos, diferentemente do que muitos digam, não é um privilégio para poucos. Há várias escolhas que podem levar a diferentes caminhos na vida profissional. O amor ao ofício que faz o profissional ser dedicado e atencioso, fazendo do seu ambiente de trabalho o melhor para si e para aqueles que ali ficam. Nem sempre é possível trabalhar no que gostaríamos, mas é importante que tenhamos uma satisfação pessoal e satisfação com as responsabilidades dentro do trabalho. Independentemente as atribuições financeiras dadas a cada profissão, podemos descobrir que todas elas têm seu diferencial, e podem ser interessantes. O que temos como certo é que devemos escolher a medida em que fomos adquirindo conhecimento. Mas esse é só um dos caminhos. As vezes sabemos desde pequenos. Em alguns casos podemos dizer até que a vida é que levou aquela pessoa a ser um determinado profissional daquela área.
José Pereira Dos Santos foi um desses. Hoje ele é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos. José teve seu primeiro contato com essa área ainda quando criança, quando trabalhou em uma carvoaria. Para a profissionalização foi um passo. Em 1984, buscando uma melhora nas condições de trabalho, se filiou ao sindicato, e lá cresceu e se consolidou. José reconhece que a situação do trabalhador nunca foi e nem será fácil, mas por experiências próprias, sabe que o esforço individual pode vencer barreiras. Quando perguntando se sente a mesma paixão pela sua atividade até os dias de hoje, José responde: “O tempo traz amadurecimento. Hoje sei que o diálogo pode resolver muita coisa que antes era resolvida pelo confronto. Portanto, não basta paixão. É preciso agir com critérios e firmeza na hora certa.” Essas com certeza é uma boa dica.
Marco Antônio Martins é outro que se mostrou aficionado pelo seu ofício. Ele comemora esse ano 25 anos de trabalhos prestados. E muito bem prestados. Hoje marco tem uma jornada de trabalho que chega a pouco mais de 12 horas. Mas isso só o deixa mais feliz. “A cada dia busco e encontro alegria naquilo que faço”, afirma. Marcos acha que isso é fator determinante para o sucesso profissional, embora não seja uma fórmula. Também acha importante a concorrência do mercado, para que o profissional busque cada vez mais estar sempre atualizado sobre as novidades do seu trabalho. Para os filhos, que são 3, deixou que optassem sem a mínima influência. Quando perguntado sobre a aposentadoria, Marcos afirma que pensa sim, mas apenas no papel, na prática, vai continuar atendendo: “não consigo me ver longe de um consultório, do contato com o paciente. Isso pra mim é muito revigorante”.
Francisco Dias da Rocha tem 54 anos, é desquitado e tem dois filhos, um casal, o menino é adotado. Ele nasceu no Piauí e reside em Guarulhos há 8 anos. Trabalha como motorista de ônibus há 35 anos, 13 anos só na Transguarulhense. Já é aposentado, mas continua trabalhando. Não consegue se ver parado. O primeiro emprego foi de cobrador de ônibus e logo depois alcançou o cargo de motorista, tudo isso na mesma empresa. Desde que começou, Francisco nunca pensou em mudar de profissão. Na sua opinião motorista dificilmente fica desempregado, sempre haverá trabalho. Ele trabalhou somente em quatro empresas. O que ele mais gosta nesta profissão: “... é que tem muita emoção por transportar dezenas de vidas todos os dias, e devido a isso deixo os problemas de lado”. O amor pelo trabalho faz com que Francisco seja um exemplo dentro da categoria.
Já para Aldenora Vianna, revendedora de cosméticos, a descoberta do amor pela profissão veio bem mais tarde. Aldnora trabalhou na Indústria de Auto Peças durante 7 anos, Ao ser dispensada, e com um filho de 7 meses para criar, ela teve de se reinventar. Começou a revender produtos de beleza. A redescoberta profissional foi tão grande, que esse ano completou 19 anos de vendas de produtos de marcas conhecidas. O contato com as pessoas é o mais importante na área que atua: “O que ela mais gosto nesta profissão é das pessoas, que me elogiam e gostam do meu trabalho” O diferencial nesse caso: Aldenora deu tão certo nessa área que ensinou ao marido a arte das vendas. Hoje os dois vivem deste trabalho, sustentam a casa e a escola particular em que os dois filhos estudam e todas as outras despesas. A história de Aldenora mostra a determinação de quem não teve medo de encarar a vida. Quando se viu numa situação difícil, arregaçou as mangas e pôs se a trabalhar. Graças à determinação e o amor ao que faz, Aldenira, assim como José Pereira dos Santos, Marco Antônio Martins e Francisco Dias são exemplos de sucesso. Eles são gente que faz!
Trabalhar com o que gostamos, diferentemente do que muitos digam, não é um privilégio para poucos. Há várias escolhas que podem levar a diferentes caminhos na vida profissional. O amor ao ofício que faz o profissional ser dedicado e atencioso, fazendo do seu ambiente de trabalho o melhor para si e para aqueles que ali ficam. Nem sempre é possível trabalhar no que gostaríamos, mas é importante que tenhamos uma satisfação pessoal e satisfação com as responsabilidades dentro do trabalho. Independentemente as atribuições financeiras dadas a cada profissão, podemos descobrir que todas elas têm seu diferencial, e podem ser interessantes. O que temos como certo é que devemos escolher a medida em que fomos adquirindo conhecimento. Mas esse é só um dos caminhos. As vezes sabemos desde pequenos. Em alguns casos podemos dizer até que a vida é que levou aquela pessoa a ser um determinado profissional daquela área.
José Pereira Dos Santos foi um desses. Hoje ele é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos. José teve seu primeiro contato com essa área ainda quando criança, quando trabalhou em uma carvoaria. Para a profissionalização foi um passo. Em 1984, buscando uma melhora nas condições de trabalho, se filiou ao sindicato, e lá cresceu e se consolidou. José reconhece que a situação do trabalhador nunca foi e nem será fácil, mas por experiências próprias, sabe que o esforço individual pode vencer barreiras. Quando perguntando se sente a mesma paixão pela sua atividade até os dias de hoje, José responde: “O tempo traz amadurecimento. Hoje sei que o diálogo pode resolver muita coisa que antes era resolvida pelo confronto. Portanto, não basta paixão. É preciso agir com critérios e firmeza na hora certa.” Essas com certeza é uma boa dica.
Marco Antônio Martins é outro que se mostrou aficionado pelo seu ofício. Ele comemora esse ano 25 anos de trabalhos prestados. E muito bem prestados. Hoje marco tem uma jornada de trabalho que chega a pouco mais de 12 horas. Mas isso só o deixa mais feliz. “A cada dia busco e encontro alegria naquilo que faço”, afirma. Marcos acha que isso é fator determinante para o sucesso profissional, embora não seja uma fórmula. Também acha importante a concorrência do mercado, para que o profissional busque cada vez mais estar sempre atualizado sobre as novidades do seu trabalho. Para os filhos, que são 3, deixou que optassem sem a mínima influência. Quando perguntado sobre a aposentadoria, Marcos afirma que pensa sim, mas apenas no papel, na prática, vai continuar atendendo: “não consigo me ver longe de um consultório, do contato com o paciente. Isso pra mim é muito revigorante”.
Francisco Dias da Rocha tem 54 anos, é desquitado e tem dois filhos, um casal, o menino é adotado. Ele nasceu no Piauí e reside em Guarulhos há 8 anos. Trabalha como motorista de ônibus há 35 anos, 13 anos só na Transguarulhense. Já é aposentado, mas continua trabalhando. Não consegue se ver parado. O primeiro emprego foi de cobrador de ônibus e logo depois alcançou o cargo de motorista, tudo isso na mesma empresa. Desde que começou, Francisco nunca pensou em mudar de profissão. Na sua opinião motorista dificilmente fica desempregado, sempre haverá trabalho. Ele trabalhou somente em quatro empresas. O que ele mais gosta nesta profissão: “... é que tem muita emoção por transportar dezenas de vidas todos os dias, e devido a isso deixo os problemas de lado”. O amor pelo trabalho faz com que Francisco seja um exemplo dentro da categoria.
Já para Aldenora Vianna, revendedora de cosméticos, a descoberta do amor pela profissão veio bem mais tarde. Aldnora trabalhou na Indústria de Auto Peças durante 7 anos, Ao ser dispensada, e com um filho de 7 meses para criar, ela teve de se reinventar. Começou a revender produtos de beleza. A redescoberta profissional foi tão grande, que esse ano completou 19 anos de vendas de produtos de marcas conhecidas. O contato com as pessoas é o mais importante na área que atua: “O que ela mais gosto nesta profissão é das pessoas, que me elogiam e gostam do meu trabalho” O diferencial nesse caso: Aldenora deu tão certo nessa área que ensinou ao marido a arte das vendas. Hoje os dois vivem deste trabalho, sustentam a casa e a escola particular em que os dois filhos estudam e todas as outras despesas. A história de Aldenora mostra a determinação de quem não teve medo de encarar a vida. Quando se viu numa situação difícil, arregaçou as mangas e pôs se a trabalhar. Graças à determinação e o amor ao que faz, Aldenira, assim como José Pereira dos Santos, Marco Antônio Martins e Francisco Dias são exemplos de sucesso. Eles são gente que faz!
Club Social na Areia
Trabalho executado como produtor para os comerciais da MTV, intitulados "Club Social na Areia", gravado com Bia e Branca Feres, na praia do Guarujá e em Florianópolis.
Caminhos do Desenvolvimento
Trabalho executado como produtor finalizador para os filmes produzidos pela Elipse Televisão e Cinema, com direção de Dodô Brandão, para o Governo do Estado do Rio de Janeiro. São sobre os projetos feitos para o interior do Estado.
Tatuagem: agrada Gregos, Troianos e.... mulheres
Por: Leonardo Luzes
Ela é milenar. A tatuagem tem uma história com mais de 3.500 anos. Era tida como uma forma de expressão da personalidade. Foi no Egito antigo que a tatuagem, então feita com perfurações introduzindo um pigmento na pele foi praticada. Existem provas arqueológicas que provam que marcas de tattoos foram feitas em seres humanos entre 4000 e 2000 a.C. Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida como o nascimento e a morte.
Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, como cruzes, o peixe, as letras gregas. Já na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns. Deixando de ser um símbolo de marginalidade, e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas.
Na América ainda é uma tabu para a ciência e história. Foi estabelecido que os primeiros habitantes do México e Peru, conheciam a arte e que mais tarde foi desenvolvida pelas civilizações Maias, Incas e Astecas. No século XIX não havia tatuadores profissionais trabalhando, embora muitos desses amadores estivessem a bordo dos navios e grandes portos. Foi somente a partir de 1920 que a tatuagem ficou mais comercial, tornando-se mais popular entre os americanos e europeus. Muitos adeptos surgiram nas décadas de 50 e 60.
No Brasil, o precursor da tatuagem moderna foi um cidadão dinamarquês chamado Knud Harald Lucky Gegersen. Chegando por aqui em 1959, Lucky se estabeleceu em Santos, no litoral paulista, utilizando seu talento e suas técnicas de desenhista e pintor profissional. Apesar de toda sua história, o conceito de origem independente se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes do Mundo, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados.
As tatuagens são feitas com pigmentos e com agulhas específicas para tatuar, que devem ser obrigatoriamente descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa). As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico. Elas devem ser limpas por ultra-som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.
O que tem chamado mais atenção, é que nas décadas de 50, 60 e 70, as tatuagens apareciam, em sua maioria, nos corpos masculinos. Não que as mulheres não fizessem, mas no corpo delas, geralmente, eram em lugares escondidos aos olhos dos outros. Essa é uma estatística que vem mudando, certamente. Na década de 90, beldades do cinema começaram a expor suas tattoos, em festas, filmes, revistas... Hoje basta perguntar a qualquer tatuador sobre seus clientes. Eles são unânimes em dizer que pessoas “comuns” estão, sim, fazendo mais tatuagens. Especialmente as mulheres.
As tatuagens pequenas e delicadas, como estrelinhas, borboletas, notas musicais, geralmente feitas em tornozelos, atrás da orelha, nucas e costas ainda representam 80% da demanda feminina. Mas tem muita mulher que prefere desenhos mais elaborados, como dragões e tribais. “As mulheres hoje são mais independentes, mais decididas. Elas querem fazer uma tatuagem, vão e fazem”, afirma Bob Toller.
Ela é milenar. A tatuagem tem uma história com mais de 3.500 anos. Era tida como uma forma de expressão da personalidade. Foi no Egito antigo que a tatuagem, então feita com perfurações introduzindo um pigmento na pele foi praticada. Existem provas arqueológicas que provam que marcas de tattoos foram feitas em seres humanos entre 4000 e 2000 a.C. Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida como o nascimento e a morte.
Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, como cruzes, o peixe, as letras gregas. Já na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns. Deixando de ser um símbolo de marginalidade, e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas.
Na América ainda é uma tabu para a ciência e história. Foi estabelecido que os primeiros habitantes do México e Peru, conheciam a arte e que mais tarde foi desenvolvida pelas civilizações Maias, Incas e Astecas. No século XIX não havia tatuadores profissionais trabalhando, embora muitos desses amadores estivessem a bordo dos navios e grandes portos. Foi somente a partir de 1920 que a tatuagem ficou mais comercial, tornando-se mais popular entre os americanos e europeus. Muitos adeptos surgiram nas décadas de 50 e 60.
No Brasil, o precursor da tatuagem moderna foi um cidadão dinamarquês chamado Knud Harald Lucky Gegersen. Chegando por aqui em 1959, Lucky se estabeleceu em Santos, no litoral paulista, utilizando seu talento e suas técnicas de desenhista e pintor profissional. Apesar de toda sua história, o conceito de origem independente se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes do Mundo, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados.
As tatuagens são feitas com pigmentos e com agulhas específicas para tatuar, que devem ser obrigatoriamente descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa). As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico. Elas devem ser limpas por ultra-som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.
O que tem chamado mais atenção, é que nas décadas de 50, 60 e 70, as tatuagens apareciam, em sua maioria, nos corpos masculinos. Não que as mulheres não fizessem, mas no corpo delas, geralmente, eram em lugares escondidos aos olhos dos outros. Essa é uma estatística que vem mudando, certamente. Na década de 90, beldades do cinema começaram a expor suas tattoos, em festas, filmes, revistas... Hoje basta perguntar a qualquer tatuador sobre seus clientes. Eles são unânimes em dizer que pessoas “comuns” estão, sim, fazendo mais tatuagens. Especialmente as mulheres.
As tatuagens pequenas e delicadas, como estrelinhas, borboletas, notas musicais, geralmente feitas em tornozelos, atrás da orelha, nucas e costas ainda representam 80% da demanda feminina. Mas tem muita mulher que prefere desenhos mais elaborados, como dragões e tribais. “As mulheres hoje são mais independentes, mais decididas. Elas querem fazer uma tatuagem, vão e fazem”, afirma Bob Toller.
sábado, 31 de julho de 2010
O que ela tem que eu não tenho
por: Leonardo Luzes
A música já dizia: “o que ela tem que eu não tenho... Preciso saber, você vai ter que dizer o que...” Com certeza é o que nós homens gostaríamos de saber. Mesmo com todo o avanço da medicina, ainda é um mistério que mexe com a vida de todos os maridos, namorados, irmãos, amigos...
Todo mês ela chega sem pedir licença e se instala, alterando a rotina de grande parte das mulheres. A tensão pré-menstrual ou também chamada de desordem disfórica pré-menstrual, é uma síndrome que ocorre nos dias que antecedem a menstruação. A TPM se caracteriza, principalmente por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, aumento de apetite, insônia ou hipersônia, humor deprimido, dificuldade de concentração, cefaléia, dor nas mamas ou até mesmo a falta de interesse pelo que se costuma gostar. Durante o intervalo de 12 meses, a mulher deverá ter apresentado na maioria dos ciclos pelo menos cinco dos sintomas citados. Segundo pesquisas realizadas, essa síndrome atinge aproximadamente 75% das mulheres brasileiras, sendo que 8% delas apresentam os sintomas de forma muito mais intensa.
É uma época difícil até mesmo para uma convivência amigável, tanto no trabalho quanto em casa. As mulheres relutam, mas acabam concordando que ficam muito mais sensíveis e rabugentas nesse período. Quando perguntadas, todas elas são unânimes quanto ao fato de preferirem não tê-la, mas essa é uma sorte que poucas desfrutam. A maior dificuldade encontrada é explicar exatamente o que é essa síndrome, afinal, não restam muitas dúvidas que existe uma alteração relacionada às fases do ciclo ovariano. Tecnicamente podemos afirmar que a TPM é um transtorno que incide desde a adolescência das mulheres, não ataca nenhum órgão específico e que também não é detectável por exames laboratoriais ou “check-ups”. Ela ainda tem causa desconhecida, apesar das inúmeras teorias para explicá-la. É tida como modelo de doenças psicossomáticas, surgida a partir de pequenas alterações bioquímicas dos hormônios estrogênio e progesterona, stress, hábitos alimentares e até mesmo ligados ao estilo de vida de uma mulher.
Em busca de se livrar desse “incomodo”, as nossas mulheres tem buscado tratamentos alopáticos ou homeopáticos e que em muitos casos não é eficaz, e em alguns casos traz até problemas de saúde por conta da medicação usada. Atenção mulheres: ainda não há uma cura e nem um tratamento totalmente eficaz. Geralmente cabe ao médico orientar a paciente para o tratamento a ser feito. Pode acontecer de ser junto com um psicólogo, assistente social ou até mesmo com um terapeuta ocupacional. Pode-se também mudar alguns dos hábitos alimentares: diminuindo a ingestão de açúcares, sal e bebidas cafeínadas e aumentando a de proteínas. Também é muito recomendado exercício físico regularmente. Se falarmos em remédios, as mulheres também possuem muitas opções, como a reposição da vitamina B6 e do magnésio, medicações hormonais e até mesmo drogas antidepressivas.
Uma boa aliada que vem tomando a cabeças de nossas meninas é o novo tratamento feito com base no implante de hormônios. Esse tratamento funciona muito bem como método contraceptivo, mas tem sido bastante indicado para tratar o mal da TPM. Esses implantes são constituídos de uma substância com atividade progestangênica (bem semelhante a do progesterona). São usados na forma de um implante subcutâneo, inserido no braço. Ele promove a liberação dessa substância hormonal de forma contínua, por um período de até 3 anos, podendo ser retirado a qualquer momento. A maior vantagem dessa utilização é que praticamente, depois de inserido, a mulher não vai mais precisar ficar tomando medicações. Para todo bom lado, entretanto, existe o ruim: o custo desse tratamento ainda é excessivo para a maioria da população brasileira.
A auto-percepção, o auto-conhecimento e a ajuda mútua são os pontos básicos para se resolver os conflitos gerados pela TPM, trazendo uma melhora significativa na qualidade da vida familiar, profissional e social. Não esqueçam mulheres: cada caso é um caso e toda mulher é única. Portanto, o médico deve sempre ser consultado sobre a adequação do tratamento à paciente.
A música já dizia: “o que ela tem que eu não tenho... Preciso saber, você vai ter que dizer o que...” Com certeza é o que nós homens gostaríamos de saber. Mesmo com todo o avanço da medicina, ainda é um mistério que mexe com a vida de todos os maridos, namorados, irmãos, amigos...
Todo mês ela chega sem pedir licença e se instala, alterando a rotina de grande parte das mulheres. A tensão pré-menstrual ou também chamada de desordem disfórica pré-menstrual, é uma síndrome que ocorre nos dias que antecedem a menstruação. A TPM se caracteriza, principalmente por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, aumento de apetite, insônia ou hipersônia, humor deprimido, dificuldade de concentração, cefaléia, dor nas mamas ou até mesmo a falta de interesse pelo que se costuma gostar. Durante o intervalo de 12 meses, a mulher deverá ter apresentado na maioria dos ciclos pelo menos cinco dos sintomas citados. Segundo pesquisas realizadas, essa síndrome atinge aproximadamente 75% das mulheres brasileiras, sendo que 8% delas apresentam os sintomas de forma muito mais intensa.
É uma época difícil até mesmo para uma convivência amigável, tanto no trabalho quanto em casa. As mulheres relutam, mas acabam concordando que ficam muito mais sensíveis e rabugentas nesse período. Quando perguntadas, todas elas são unânimes quanto ao fato de preferirem não tê-la, mas essa é uma sorte que poucas desfrutam. A maior dificuldade encontrada é explicar exatamente o que é essa síndrome, afinal, não restam muitas dúvidas que existe uma alteração relacionada às fases do ciclo ovariano. Tecnicamente podemos afirmar que a TPM é um transtorno que incide desde a adolescência das mulheres, não ataca nenhum órgão específico e que também não é detectável por exames laboratoriais ou “check-ups”. Ela ainda tem causa desconhecida, apesar das inúmeras teorias para explicá-la. É tida como modelo de doenças psicossomáticas, surgida a partir de pequenas alterações bioquímicas dos hormônios estrogênio e progesterona, stress, hábitos alimentares e até mesmo ligados ao estilo de vida de uma mulher.
Em busca de se livrar desse “incomodo”, as nossas mulheres tem buscado tratamentos alopáticos ou homeopáticos e que em muitos casos não é eficaz, e em alguns casos traz até problemas de saúde por conta da medicação usada. Atenção mulheres: ainda não há uma cura e nem um tratamento totalmente eficaz. Geralmente cabe ao médico orientar a paciente para o tratamento a ser feito. Pode acontecer de ser junto com um psicólogo, assistente social ou até mesmo com um terapeuta ocupacional. Pode-se também mudar alguns dos hábitos alimentares: diminuindo a ingestão de açúcares, sal e bebidas cafeínadas e aumentando a de proteínas. Também é muito recomendado exercício físico regularmente. Se falarmos em remédios, as mulheres também possuem muitas opções, como a reposição da vitamina B6 e do magnésio, medicações hormonais e até mesmo drogas antidepressivas.
Uma boa aliada que vem tomando a cabeças de nossas meninas é o novo tratamento feito com base no implante de hormônios. Esse tratamento funciona muito bem como método contraceptivo, mas tem sido bastante indicado para tratar o mal da TPM. Esses implantes são constituídos de uma substância com atividade progestangênica (bem semelhante a do progesterona). São usados na forma de um implante subcutâneo, inserido no braço. Ele promove a liberação dessa substância hormonal de forma contínua, por um período de até 3 anos, podendo ser retirado a qualquer momento. A maior vantagem dessa utilização é que praticamente, depois de inserido, a mulher não vai mais precisar ficar tomando medicações. Para todo bom lado, entretanto, existe o ruim: o custo desse tratamento ainda é excessivo para a maioria da população brasileira.
A auto-percepção, o auto-conhecimento e a ajuda mútua são os pontos básicos para se resolver os conflitos gerados pela TPM, trazendo uma melhora significativa na qualidade da vida familiar, profissional e social. Não esqueçam mulheres: cada caso é um caso e toda mulher é única. Portanto, o médico deve sempre ser consultado sobre a adequação do tratamento à paciente.
Assinar:
Postagens (Atom)